Selfishness got us following our wrong direction;
I got so much love;
we can dance until we die;
Don't ever look back;
Um dia ensinaste-me a lutar pelo meu bem e não apenas pelo que me sabe bem;
Pode até não ser aquilo que está certo, mas é aquilo que eu quero!;
Tu também mentes e falhas, tu também trais e foges, tu também não és perfeita;
Eu simplesmente sinto com imaginação (Fernando Pessoa);
Agimos quando deveriamos apenas sentir, sentimos quando deviamos agir;
Seria bom se pudessemos colocar a dor num envelope e devolvê-la ao remetente;
Não sabem nada de mim. Ninguém sabe nada de ninguém... Não somos histórias contadas em hora e meia (Maria Gautier);
Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre;
«Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente. A gente muda o mundo da mudança da mente. E quando a mente muda a gente anda pra frente. E quando a gente manda ninguém manda na gente. Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura. Na mudança de postura a gente fica mais seguro. Na mudança do presente a gente move o futuro! (Gabriel o Pensador)»;
Tenho a certeza de que pensas que eu não compreendo o que estás a passar, mas compreendo;
Acontece que às vezes o nosso futuro é ditado por aquilo que somos, e não por aquilo que queremos. (Nicholas Sparks);
Please tell me who I am;
«um casamento nunca é mesmo a meias. É sempre setenta-trinta ou sessenta-quarenta. Há sempre alguém que se apaixona primeiro. Alguém que coloca a outra pessoa num pedestal. Alguém que se esforça muito para que as coisas corram bem; a outra pessoa limita-se a deixar-se levar. (Jodi Picoult)»;
Ás vezes é preciso afastares-te das pessoas que mais gostas. Mas isso não quer dizer que as amas menos. Às vezes ainda as amas mais... (Nicholas Sparks);
Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fossemos feitos de ferro. (Freud);
I guess I don't know my own strength;
Às vezes temos oportunidade de mudar tudo, e ainda não temos forças para fazer nada;
all the hope that I lost, you have found (Billy Talent);
pedra que no papel nem serve para desenhar uma recta, dentro de água faz círculos perfeitos;
Gostas em demasia para deixar? Gostas o suficiente para lutar;
Posso não ser do teu tamanho, mas sei perfeitamente fazer-me chegar a ti;
Não vou julgar-te porque também eu posso ser réu, nao vou julgar-te porque quem te julga está no céu;
A perfeição que tanto procuras por vezes encontra-se na imperfeição que tanto rejeitas;
Só é preciso não ter pressa, deixar passar o tempo devagarinho e fazer figas para dar certo. E eu adoro fazer figas;
Somos o que só nós sabemos e parecemos o que os outros dizem de nós;
«Quando se gosta, gosta-se da esquerda para a direita, da direita para a esquerda. De cima para baixo, de baixo para cima. Na diagonal. A cores. A preto e branco. A guache. A acrílico. A marcadores, a grafite, a caneta preta, verde e roxa. De pernas para o ar, de braços esticados. A fazer o pino, a cambalhota, a roda, a rodada. Gosta-se a plasticina, a carvão, a quente, a frio. A congelado, a escaldar. Gosta-se bem e mal passado. Gosta-se a correr, a caminhar. Gosta-se à chuva e ao sol. Gosta-se a rir, a gritar, a chorar, a falar, a berrar. Gosta-se às trincas, às garfadas, às colheradas. Gosta-se com prato e sem prato. Gosta-se com música, com desenhos, com pinturas. Gosta-se com baton e com rímel. Gosta-se de olhos abertos, de olhos fechados, no escuro e à luz. Gosta-se por tudo. Gosta-se por nada. Gosta-se»;
«Perder uma pessoa é perder pedaço do que somos. É perder a respiração e o batimento cardíaco para a dor. Perder uma pessoa é deixar para trás parte de nós. Tudo se perde no tempo; a imagem, o cheiro, as recordações que, mesmo que não queiramos, se desvanecem na nossa mente, porque novas nascem. Quando perdemos uma pessoa, a nossa vida passa de tela colorida a preto e branco. São precisas forças para voltar a colori-la. E quando achas que começa a ganhar tons de felicidade e acalmia, alguém te volta a levar a respiração. Ficas sozinho, no silêncio dos teus soluços. E pensar que ultrapassaste a dor de perder uma pessoa. Nunca, nem que tenhas a maior tela de todas. Perder-te levou-me a respiração, levou metade de mim. A minha tela teve alguns momentos coloridos depois de então, mas eu continuo a cair no tom cinza da tua perda»;
Nunca acreditaste que eu gostasse de ti e sempre gostei; nunca acreditei que não me amasses e afinal não chegaste sequer a gostar de mim (Margarida Rebelo Pinto);
«Amar deve ser isto: deixar partir aqueles que amamos, porque, se os amamos, já os temos para sempre connosco. Amar talvez seja a melhor forma de ter alguém, e ter alguém talvez seja a pior forma de amar» (Margarida Rebelo Pinto);
É que cá dentro, de vez em quando, soa uma espécie de barulho. Quase um estrondo, um ruído intenso, cheio de coisas selvagens, de voracidade, que se disfarça por vergonha, por cobardia (Marta Gautier);
Ser mulher dá um trabalhão do caraças e eu estou farta;
«É preciso saber viver o amor, esquecer mágoas e matar inseguranças e acreditar que vale a pena amar alguém, que vale a pena partilhar o nosso amor, mesmo que quem o recebe não saiba abrir as mãos para o agarrar;»
«Não há, exteriormente a nós, calor ou frio, mas apenas diferentes velocidades de moléculas; não há sons, chamamentos, harmonias, mas variações de pressão do ar; não há cores, nem há luz, mas apenas ondas electromagnéticas» (H. Foerster);
A beleza das coisas está na mente de quem as contempla (Hume);
A maior covardia de um homem é despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá-la;
«A beleza é o nome de qualquer coisa que não existe
Que eu dou às coisas em troca do agrado que me dão.» (Alberto Caeiro);
A consciência é a voz da alma; as paixões a do corpo;